quinta-feira, 4 de julho de 2013

Relatos Alternativos: #1

Enviado Por: Bereu Lau

 Relato: Quero dividir uns acontecimentos da minha vida com todos. Já aconteceram várias coisas comigo que muitos não acreditariam, ou achariam que são coisas criadas pela minha mente. Há muitos anos quando eu era criança fui à casa a minha irmã de criação. Na casa dela tinha um arame separando a casa dela com a da visinha. E entre a casa dela e da visinha tem um bequinho. Quando eu passei por de baixo do arame eu olhei para o bequinho, e lá vi algo que da altura de uma criança de 12 anos. Tinha uma cabeça grande e olhos vermelhados. O medo foi tão grande que corri, e esqueci-me do arame. Resultado disso o arame entrou no meu olho e arrancou um pequeno pedaço da parte branca. Lembro-me que fiquei com o rosto sangrando, pois o arame bateu em várias partes. O engraçado foi quando me cortei com arame não sentia mais medo. Lembro-me que tinha até um rato daqueles enormes. Quando cair, cai quase em cima dele. Ele correu assustado. Teve um dia que estava varrendo a minha casa, quando olhei para janela vi um vulto passando. Não tinha como ser uma pessoa, pois não fez nenhum barulho. Tudo apenas que vi foi uma sombra. Já escutei pessoa me chamando, e quando ia sair pra ver quem era não era ninguém. E última vê, escutei a voz do meu pai. Sair pra ver o que ele queria, mas quando sair ele não estava. Fui até a casa dele e perguntei o que ele queria. Pra que ele estava me chamando. Então ele disse que não foi ele, e que não estava me chamando. Minha amiga disse também que me chamou e eu respondi que já ia. Ela ficou esperando, esperando e nada de eu aparecer. Então ela saiu arretada comigo. Quando ela estava saindo da minha casa, pois eu moro no mesmo terreno que meu pai, ela se deparou comigo. Então ficou assustada, pois ela disse que tinha escutado eu dizer que já ia. Já gravei muitas vezes vozes de espírito. Uns perguntava o que eu estava fazendo, ou me xingava. Já perguntei quem falava então uma voz que nunca tinha escutado disse: não diga. Outras vezes escutei pedindo socorro. Um foi uma mulher. Ela dizia: por favor, me ajuda. E o outro foi um homem. Ele disse: me ajuda mãe. Já senti algo invisível avançando em mim. Outras vezes eu sentia alguém apertando o meu pescoço, só parava quando clamava por Deus, ou Jesus. Já aconteceram várias coisas comigo que não pode ser explicada, mas graça a Deus parou.

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